Fake News no terceiro setor
Marketing de Conteúdo, Marketing para o Terceiro Setor

Fake news: o que é e como ela pode impactar nas doações para sua ONG?

Nunca se ouviu tanto o termo fake news como ultimamente. No rádio, jornais, TV e principalmente na internet – em especial nas redes sociais.

Conhecida, de maneira geral, por notícias falsas que se espalham rapidamente, as fake news se popularizaram rapidamente no ramo da política, usadas para atacar partidos, candidatos e governantes.

Mas, além do contexto político, elas também podem afetar a sua vida pessoal, empresas e até as Organizações Não Governamentais (ONGs).

Não sabe como? Continue a leitura desse post e descubra como as fake news afetam até a captação de recursos da sua ONG.

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O que são fake news?

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Fake news é o termo em inglês para notícias falsas. Diz respeito a informações falsas divulgadas em massa como se fossem verdadeiras. Elas podem gerar impactos em todos os setores da sociedade.

Boatos e mentiras são espalhadas desde que o mundo é mundo. Porém, com o advento das redes sociais ganharam um novo patamar em temas como política e segurança.

O termo fake news passou a ser muito utilizado a partir de 2016 – época de eleição presidencial nos Estados Unidos. Foram identificados uma série de sites que divulgavam conteúdo duvidoso e sensacionalista.

Quais tipos de fake news existem?

Podemos listar quatro tipos de fake news que circulam pelo país e levam muita gente à desinformação.

Saber identificar uma notícia falsa é essencial para que você não divulgue conteúdo malicioso e nem ajude a promover dados equivocados.

1.      Notícias falsas criadas a partir de situações reais

Falas cortadas ou fora de contexto podem ganhar um significado completamente diferente e é assim que funciona esse tipo de notícia falsa.

Ela surge a partir de um fato real, mas é moldada para transmitir outra ideia, confundindo as pessoas.

2.      Conteúdo muito generalista e sem embasamento em fontes

Recebeu um áudio estranho ou um link de notícia em um portal que nunca ouviu falar? Pode ser fake news.

Aqui, os criadores usam dados imprecisos de forma muito simples e formulam notícias falsas que são recebidas pelas pessoas como verdadeiras.

3.      Sátiras que ganham contornos de “verdades”

Provavelmente você já acessou alguma notícia engraçada do Sensacionalista ou compartilhou uma imagem irônica em suas redes sociais, não é mesmo?

Mas para quem não entende o contexto desse conteúdo, a mensagem pode ser recebida de maneira equivocada e dar início a um compartilhamento errôneo – com alguém achando que a piada foi algo que realmente aconteceu.

4.      Notícias que nascem com o propósito de serem falsas

Esse é um dos tipos mais perigosos de fake news pois são criados com base em uma estratégia de desinformação, para confundir o público de maneira intencional.

Nesse caso, as notícias costumam se espalhar por aplicativos de mensagens e redes sociais, viralizando de forma muito rápida.

Como elas funcionam?

Mas como é possível, em um mundo tão tecnológico e com alta capacidade de compartilhar informações, serem criadas fake news?

Elas podem surgir em sites que querem atrair mais acessos e, consequentemente, ganhar mais dinheiro com anúncios. Porém, também, podem ser criadas para prejudicar empresas, celebridades, pessoas públicas e até pessoas comuns.

Geralmente possuem um tom alarmista, com manchetes chocantes e geralmente baseada em temas polêmicos, que dividem opinião e geram audiência.

São criadas por pessoas, empresas e programas que simulam ações humanas – os bots, manipulando a opinião pública e dando mais visibilidade a determinados assuntos.

As fake news viraram um assunto tão sério, que já existem empresas especializadas em criar e espalhar essas notícias, geralmente em redes sociais.

Como e por que as fake news se espalham tão rapidamente?

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Assim como o conteúdo viral – vídeos publicitários ou de humor que se espalham rapidamente pela internet e de maneira espontânea – as fake news só são possíveis por causa das pessoas que compartilham esse tipo de conteúdo com seus contatos.

Para piorar, uma pesquisa do Massachusetts Institute of Technology (MIT), realizada no início de 2018, mostrou que as fake news têm 70% mais chance de viralizar do que notícias verdadeiras.

Isso acontece porque, normalmente, as notícias falsas promovem sentimentos como o medo, a revolta e a surpresa, incitando a vontade de compartilhar o conteúdo com outras pessoas.

Como elas afetam a nossa vida?

O grande problema das fake news é que elas impactam as nossas vidas mais do que conseguimos imaginar.

Nossas opiniões são formadas a partir das informações que obtemos. Quando acessamos conteúdo de desinformação, passamos a ter uma visão deturpada sobre outras pessoas, políticos e até empresas.

As fake news existem para confundir, ajudam a difundir ódio e a deixar os ânimos exaltados e podem mudar completamente a forma que você pensa sobre determinado assunto – até temas que são caros para toda a sociedade, como segurança e direitos individuais.

Para que sua ONG trabalhe afetando de forma positiva a vida das pessoas e interessante que ela aprenda como o Marketing 3.0 pode impulsionar a imagem das organizações e transformar a forma como o público enxerga as marcas.

Por que elas atrapalham a imagem das instituições?

No caso de instituições sejam elas empresas ou ONGs, o risco vai ainda mais longe. Além de poderem ter a imagem prejudicada em função de boatos espalhados pela internet, elas podem criar campanhas a partir de notícias falsas, reforçando ainda mais a avalanche.

E aí, de forma muita rápida e orgânica (quando há compartilhamento espontâneo) a sua organização pode estar associada a um fato equivocado ou mesmo te ligar a uma estratégia de espalhar mentiras de maneira proposital.

Como as fake news podem impactar as doações para a sua ONG?

O funcionamento de uma ONG depende, em grande parte, da arrecadação de recursos. Essa arrecadação pode ser feita por meio de doações, de lei de inventivos e até por meio de eventos beneficentes.

Para que as pessoas se sintam engajadas com a causa e motivadas a contribuírem, a ONG deve ser séria e mostrar, com transparência, todos os projetos que realiza e de que forma está impactando a vida das pessoas.

Ter uma imagem de seriedade e honestidade é essencial para atrair pessoas, voluntários e doadores.

Por isso, é muito importante produzir conteúdo de qualidade, que se baseie apenas em dados comprovados e com fontes legítimas.

Se por acaso tiver o nome envolvido em alguma notícia falsa, procure o direito de resposta e esclareça a situação para o seu público.

Pense sempre em uma estratégia que tenha raízes fincadas em informações relevantes e trate seus perfis em redes sociais, seja no Facebook, no Instagram ou em outras plataformas, da maneira mais profissional possível.

Veja como arrecadar recursos para ONGs sem se envolver com notícias polêmicas ou equivocadas.

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Como evitar as fake news?

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Com a propagação intensa de notícias falsas, há quem se pergunte se é possível ou muito difícil de evitá-las.

A verdade é que você pode deixar de compartilhar fake news seguindo algumas orientações muito simples e que não tomam quase nada do seu tempo.

· Cheque a fonte da notícia

Recebeu uma notícia assustadora e muito alarmante? Cheque se o link que recebeu é confiável e se a matéria também foi divulgada em outros portais de comunicação.

Compare e revise sempre!

Não se esqueça, ainda, de conferir a data de publicação e possíveis desdobramentos.

· Fique de olho no design do site

Em tempos de uso intenso do celular, as marcas estão cada vez mais preocupadas em criar páginas responsivas, ou seja, que se adaptem aos diferentes tipos de tela.

Se o link recebido tem formatação estranha, fique de olho e confira a notícia em outros canais.

· O uso do português também ajuda a identificar fake news

Qualquer pessoa está sujeita a erros, mas, de maneira geral, portais sérios de notícias revisam seus textos e fazem edições sempre que necessário.

Ao perceber textos pouco naturais e com muitos erros gramaticais e ortográficos, siga para outra página e desconfie de tudo!

· Separe a pessoa física da pessoa jurídica

Todos nós temos as nossas crenças e opiniões pessoais. Ao realizar campanhas ou divulgar qualquer coisa em nome da ONG, tente separar ao máximo sua vida pessoal da instituição.

Publique apenas conteúdo confiável e alinhado à missão, visão e valores da organização social.

· Use o bom senso

É muito importante conferir todo tipo de informação, mesmo que sejam divulgadas em grandes portais.

Pratique sempre o bom senso, especialmente se for criar uma campanha de divulgação ou arrecadação a partir de uma notícia. Além disso, sempre cheque as informações que acessar.

A ferramenta para combater as fake news está nas mãos de cada um: basta checar e comparar os links recebidos e só passar adiante aquilo que tiver fonte e dados embasados em fatos reais.

Divulgar notícias errôneas só ajuda a espalhar desinformação e pode prejudicar a vida de muita gente – além de associar a imagem da sua ONG a fatos mentirosos e sem credibilidade alguma.

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