Marketing 3.0 - Só sua empresa não vai fazer?
Inspiração, Marketing Social

Marketing 3.0 | Só a sua empresa não vai fazer?

O Marketing 3.0 é a mais nova tendência entre as empresas e vem sendo utilizado em diferentes segmentos em todo o mundo. Você sabe do que se trata? Tem certeza que sua empresa vai ficar de fora dessa?

Para que você entenda esse conceito e saiba como aplicar na sua organização, a Risü preparou um post completo sobre o Marketing 3.0, como essa tendência chegou a ser o que é hoje e como você pode começar a praticar no seu negócio. Confira!

Marketing 3.0 | Philip Kotler

Resultado de imagem para marketing 3.0O Marketing 3.0 é um conceito criado por Philip Kotler, um dos papas do marketing moderno. Segundo o especialista, em seu livro Marketing 3.0 – As forças que estão definindo o novo Marketing centrado no ser humano, “vivemos a era da participação e da sociedade criativa. Para as empresas, isso significa estar mais próximas de seus clientes, trabalhando de maneira unida com eles, pois os consumidores ajudarão as corporações a criarem seus novos produtos e iniciativas de marketing. É o conceito da “co-criação”.

A centralização dos conhecimentos é um atributo do passado e a tendência agora é delegar, contar com a ajuda de quem entende para executar serviços especializados e contribuir para outros negócios e projetos.

Vamos falar mais à frente desse conceito, mas aqui é importante entender que sua empresa não vive mais em um universo em que ela apenas vende produtos ou serviços e o consumidor compra. Mas que ela está inserida em um universo muito mais vasto composto por sonhos, necessidades distintas, desejos, problemas sociais, um meio ambiente pedindo socorro, além da intensa competitividade de mercado, que só cresce a cada ano.

Mas, antes do Marketing 3.0, algumas vertentes do marketing se sobressaíam e eram adaptadas à realidade do contexto histórico e corporativo que permeavam. Vamos conhecer cada uma delas a seguir.

Marketing 1.0

Entre os séculos XVIII e XIX, o mundo passou por uma de suas maiores transformações históricas, que afetaram todos os aspectos da vida em sociedade.

A Revolução Industrial modificou a rotina das pessoas e a forma como passaram a ver o mundo, em uma lógica capitalista em que tempo é dinheiro e o trabalho se tornou aliado às inovações tecnológicas. A Era Industrial foi o divisor de águas que apresentou ao mundo a energia a vapor e o carvão, para operar grandes máquinas.

Muito mais do que novas ferramentas e fontes de energia, a Revolução Industrial trouxe uma nova concepção empresarial. Você deve se lembrar das aulas de história em que o chamado “Fordismo” passou a vigorar na grande maioria das indústrias, que criaram uma linha de produção para otimizar e acelerar o seu processo produtivo, gastando menos.

Com esse modelo, o lucro se tornou fundamental – já que quanto mais rápido e por mais tempo se trabalhasse, maior seria o volume de produtos fabricados – e é claro que isso tudo ocasionou também no Marketing como uma forma de promover a venda em massa dos produtos.

O Marketing 1.0, portanto, era centrado nos Produtos – para que atendessem a demandas da sociedade em geral (e não a cada consumidor) e satisfizessem suas necessidades coletivas.

Isso significa que no Marketing 1.0 a comunicação era unilateral, focada apenas em transmitir uma mensagem que anunciava as qualidades dos produtos, sem pensar nos reais desejos das pessoas. E é essa a principal diferença em relação ao Marketing 2.0 e 3.0 que vamos entender agora.

Marketing 2.0

O mundo evoluiu, as tecnologias foram se desenvolvendo e, com isso, a concorrência aumentou. No fim do século XX, as empresas começaram a entender que não bastava apenas divulgar e anunciar produtos, mas que os consumidores possuíam necessidades e vontades diferentes.

Agora seria necessário modificar o marketing e diferenciar os produtos e serviços para reter os clientes, que estavam sempre atentos ao que os concorrentes lançavam de inovação. Aqui é interessante lembrar que, junto com as novidades tecnológicas que modificavam a produção em si, os meios de comunicação também evoluíram.

A televisão e o rádio se disseminaram para quase toda a população mundial e a estrela da vez passou a ser a mais nova mídia do momento: a internet. Mais informação disponível significa maior capacidade crítica e opinião.

No Marketing 2.0, as organizações passaram a considerar que as pessoas têm voz, coração e mente. Com isso, conseguem fazer suas próprias escolhas e definir quais empresas e produtos elas mais se identificam. As marcas e grifes passaram a ser sinônimo de desejo e a expressar mais valor que outras puramente pelos atributos que entregavam.

E, o mais importante, as marcas passaram a perceber que era possível manter um diálogo com as pessoas por meio da internet e entender as suas reais necessidades. A comunicação se tornou bilateral, em um formato em que as empresas deixaram de ser entidades inacessíveis e se tornaram objeto de escolha. O diálogo é a maior característica do Marketing 2.0.

Marketing 3.0: coração, mente e espírito

marketing 3.0

Agora chegamos ao momento atual, em que o mercado passa mais uma vez por uma revolução, principalmente devido ao surgimento das redes sociais.

O Marketing 3.0 é basicamente uma união das versões anteriores. Mais do que entender que o consumidor possui mente e coração e, por isso, tem poder de decisão de compra conforme suas vontades, o Marketing 3.0 entende que o consumidor é um ser humano, inserido em um ecossistema e que vive em rede.

O Marketing 3.0 envolve alguns aspectos básicos, que são fundamentados no momento atual que estamos vivendo:

Seres humanos individuais, pensantes e com sonhos distintos

No Marketing 3.0, a conversa com o consumidor é fundamentada em dados reais sobre suas necessidades, hábitos de consumo, desejos e aspirações para um mundo ideal.

Aqui cada pessoa é diferente e a diversidade tornou-se foco. Por isso, o marketing das organizações não pode mais pensar de maneira generalizada, mas totalmente humanizada.

Pense, por exemplo, no caso da Netflix nas mídias sociais. Além da empresa ser personificada claramente em uma mulher irreverente, divertida e segura de si, que responde aos comentários dos clientes no Facebook um a um. É como se a empresa fosse representada por uma pessoa real, que se preocupa com as opiniões e vontades de cada consumidor do streaming de vídeos.

Cultura da colaboração

Como dissemos, as relações humanas ganham destaque nesse modelo, o que abre portas para a cultura da colaboração, em detrimento da competição. Por viverem em rede, todos as pessoas são capazes de contribuir com os respectivos negócios, projetos e sonhos e cada um tem uma competência para ajudar a quem precisa.

O consumidor consegue ajudar na melhoria dos produtos, serviços e investimentos das empresas, uma vez que pode opinar em tempo real na internet e se engajar com as causas que sua empresa acredita.

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Sustentabilidade e responsabilidade social

No Marketing 3.0, a contribuição para minimizar problemas sociais e riscos ambientais extrapola a filantropia, pois está arraigada na cultura da empresa, que quer genuinamente ajudar. A responsabilidade social passa a ser um valor para as empresas, que enxergam a real necessidade de usar os seus recursos para contribuir de fato.

Enquanto no 2.0 a empresa só se preocupava com o consumidor, agora ela expande essa dimensão para a rede, ou seja, uma comunidade (ou várias) de pessoas que vivem conectadas umas às outras.

É importante lembrar que nem todas as empresas atuais estão inseridas nesse contexto e praticam o Marketing 3.0. Isso porque a maturação de cada organização é diferente – indústrias têm processos muito diferentes que empresas de tecnologia, por exemplo.

Porém, essa é uma demanda crescente entre os consumidores, que exigem que as organizações ofereçam não apenas produtos, mas que contribuam para a transformação social de alguma forma. Um consumidor que percebe que a empresa não se preocupa com ele e com o bem estar geral, tende a dar preferência a outras organizações que oferecem produtos similares e que também fazem o bem.

Mas então, como fazer para inserir a sua empresa nesse contexto do Marketing 3.0 e do Marketing Social?

Como sua empresa pode contribuir de maneira social e ambiental para um mundo melhor?

O Marketing social é uma das maneiras de colocar o Marketing 3.0 em prática. Com essa vertente, as empresas conseguem promover ações que contribuam para mitigar problemas sociais reais, como fome, degradação ambiental, poluição, saúde e diversos outros que você também conhece.

Ao ajudar a tornar o planeta um local melhor para se viver e comunicar isso ao público por meio das diversas mídias – impressas, eletrônicas e digitais – a empresa tem como contrapartida a confiança dos consumidores em relação à sua marca. Isso promove a boa reputação da empresa e faz com que sua imagem seja de uma empresa preocupada e humanizada. É uma via cíclica, de várias mãos.

Nesse post sobre Marketing Social (clique para acessar), você pode conhecer exemplos de empresas que já colocam esse conceito em prática e, em troca, têm o respeito e a fidelidade dos clientes. Conhecer esse conceito pode ajudar a abrir a sua mente como empreendedor e entender como utilizar a sustentabilidade e a responsabilidade corporativa para fidelizar os seus clientes.

O mais importante aqui é entender que sabendo utilizar as mídias a seu favor, divulgando as boas práticas e envolvendo seus clientes, você cria um engajamento com a sua marca que não era visto no Marketing 1.0 ou 2.0. Esse engajamento faz com que seus conteúdos sejam compartilhados, que as pessoas defendam sua marca e, com isso, resulte em mais vendas.

Uma das formas de se colocar esse conceito em prática é ajudando o mundo com pequenas realizações. Aqui na Risü sua empresa pode fazer o Bem e ainda gerar valor para seus clientes. Você transforma parte do valor da compra feita pelo cliente no seu site em doação para uma causa social. Além disso, ainda pode oferecer cupons de desconto para incentivar um maior volume de compra por meio da bonificação.

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