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Captação de recursos para o terceiro setor | 7 dicas incríveis

A captação de recursos para o Terceiro Setor é fundamental para que as instituições que compõem essa área da sociedade consigam executar o seu trabalho.

Como as entidades do Terceiro Setor não visam ao lucro, é necessário encontrar fontes de renda diversas para custear processos, funcionários e outras despesas e garantir a manutenção de seus papéis.

Neste post a Risü reuniu 7 dicas incríveis sobre como fazer captação de recursos para a manutenção das instituições do terceiro setor, incluindo as melhores práticas, procedimentos e documentos necessários.

O que é Terceiro Setor?

captação de recursos para o terceiro setor

A sociedade é formada, basicamente, por três setores que prestam serviços e ajudam as pessoas a adquirirem tudo o que precisam: bens, atendimento médico, educação, alimentos e outros.

O Estado (ou o Governo) constitui o Primeiro Setor, enquanto o Segundo por instituições de caráter privado, empresas, lojas e outras instituições que possuam como objetivo a obtenção de lucros.

O Terceiro Setor é formado por instituições sem fins lucrativos e nasceu justamente para cobrir os gargalos deixados pelo Governo, que muitas vezes não consegue suprir todas as necessidades da população.

Que tipo de instituição compõe o Terceiro Setor?

O Terceiro Setor é composto das Organizações Não Governamentais, as ONGs, que surgem com um propósito muitas vezes especial, com caráter solidário e voltado para o interesse público.

Essas organizações são firmemente baseadas em valores de coletivismo, desenvolvimento e ideais transformadores, objetivando mudar a vida das pessoas, sem qualquer vínculo com o Estado.

É bom ressaltar que, apesar dos esforços sociais, as ONGs só são autorizadas a captar recursos formalmente, por meio de programas governamentais de incentivo fiscal, se forem instituições reconhecidas legalmente por sua atuação, com registro em cartório.

A Risü tem um post especial sobre o Terceiro Setor. Confira o artigo e saiba como o setor atua e contribui para a melhorar a sociedade.

Para que a captação de recursos é necessária?

A captação de recursos para o terceiro setor é um passo essencial para a realização de todas as atividades das organizações e entidades que o compõem.

Infelizmente, não é possível sobreviver apenas com o suporte de voluntários – afinal, essa é uma fonte instável de recursos. Por isso, é necessário buscar dinheiro de outras maneiras e garantirem a sustentabilidade de todos os projetos.

Sem a captação adequada e a mobilização dos membros da comunidade ao redor da instituição, as ações começam a diminuir, até parar completamente, interrompendo ciclos de mudando e deixando de fazer a diferença na vida de muita gente por meio de programas sociais.

Antes de aprender a captar recursos, é fundamental entender o passo a passo para montar um projeto social. Veja aqui como fazer isso.

Captação de Recursos para Terceiro Setor | Como arrecadar dinheiro?

captação de recursos para o terceiro setor

As entidades do Terceiro Setor precisam de um planejamento detalhado sobre como vão se manter e executar cada programa.

Devem, ainda, pensar em diferentes meios de captação de recursos, conferindo segurança e estabilidade ao projeto como um todo.

A orientação geral é manter variadas fontes de renda, não ficando dependente de um único doador ou apoiador, mas, sim, contando com um leque variado de sustentação. Isso deve garantir a continuidade das ações, mesmo que uma das fontes cesse o apoio à organização.

Mas, afinal, como arrecadas dinheiro? Veja sugestões da Risü para a captação de recursos para o Terceiro Setor:

1. RISÜ – Arrecadação de Fundos através de compras online

Risü: Shopping do bem

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A Risü é shopping online do Bem, e talvez seja a forma mais inovadora de Captação de recursos para o terceiro setor. Na Risü parte do valor das compras dos consumidores se transforma em doação para uma ONG à sua escolha. São mais de 400 lojas parceiras, e o consumidor não paga nada a mais do que o valor do produto que ele adquirir.

É uma ótima oportunidade para Organização Beneficente. Isso porque, além de terem a possibilidade de arrecadar recursos valiosos, a Risü leva mais visibilidade à ONG, ou seja, mais e mais pessoas vão conhecer sua Causa Social, auxiliando, também, na captação de novos doadores diretos.

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2. Realização de eventos beneficentes

Uma forma muito comum de arrecadar recursos é a realização de eventos beneficentes. Pode ser uma feira gastronômica, um baile, um show, uma feijoada, uma tarde dançante ou rodadas de bingo.C

Use a criatividade a seu favor e divulgue o evento com antecedência para que muita gente possa participar.

Deixe bem claro como o recurso será utilizado e lembre-se de apresentar os resultados para os participantes.

3. Doações de pessoas da comunidade

O apoio da comunidade também é muito importante para a manutenção de uma ONG. Faça um cadastro de doadores e solicite ajuda quando for necessário.

É possível, ainda, contar com colaboradores fixos, que contribuam mensalmente com algum valor.

Existe muita gente solidária no mundo e disposta a dar suporte a esse tipo de projeto.

4. Realização de bazares

A captação de recursos para o Terceiro Setor ainda pode ser feita por meio de bazares. Venda peças usadas ou seminovas com valores baixos. Geralmente, essas peças chegam à ONG por meio de doações.

Pode ser um bazar de roupas, móveis, sapatos, objetos decorativos, etc. Assim como no caso dos eventos, deve-se fazer a divulgação com antecedência e chamar o maior número possível de pessoas.

5. Financiamento coletivo

Em tempos de internet, o financiamento coletivo de projetos é uma tendência forte e que funciona muito bem. Lembra das antigas vaquinhas? O crowndfunding (financiamento coletivo online) tem a mesma ideia, mas a arrecadação acontece virtualmente, o que possibilita a participação de muito mais gente.

Você pode fazer isso usando plataformas como:

6. Captação de recursos por meio de programas governamentais

É possível adquirir recursos governamentais para a idealização do projeto social. As verbas são disponibilizadas em três níveis: municipais, estaduais e federais.

Fique atento aos programas disponíveis para a sua localidade e participe!

7 dicas sobre captação de recursos para o Terceiro Setor

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Agora que você já sabe as principais maneiras para arrecadar dinheiro para a sua instituição, apresentamos 7 dicas para a formalização da captação de recursos para o Terceiro Setor.

1.      Faça um planejamento detalhado

O planejamento é parte essencial de toda a constituição de uma ONG e vai nortear todas as ações realizadas. Faça um documento respondendo algumas questões, como:

  • Quais projetos serão promovidos pela ONG?
  • Quantas pessoas precisam estar envolvidas?
  • Qual público será atingido por essas ações?
  • Qual a expectativa de pessoas atendidas mensalmente?
  • Quais materiais serão necessários para a realização das atividades?
  • A ONG contará somente com voluntários ou haverá funcionários?
  • Haverá uma sede? Se sim, em qual endereço?
  • Como será feita a divulgação da ONG?
  • De que maneira as ações serão promovidas?

2.      Levante todos os custos necessários

Os custos também podem estar formalizados no documento de planejamento. É muito importante saber quanto as ações devem custar, justamente para saber a necessidade de captação de recursos da ONG. Avalie os custos de:

  • Estrutura da sede (aluguel, água, luz, telefone, internet e demais despesas);
  • Equipe de funcionários (se houver);
  • Divulgação.
  • Material necessário para realizar as ações;
  • Alimentação (tanto para a equipe quanto para as pessoas assistidas);
  • Despesas com eventos ocasionais, como treinamentos ou rua de lazer para crianças.

3.      Reúna os documentos exigidos para formalizar a ONG

Mais do que ter um propósito solidário de transformação da sociedade e do mundo como um todo, a criação de uma ONG demanda determinados processos burocráticos, especialmente para quem deseja obter recursos governamentais para a manutenção dos projetos.

Para começar a formalização da ONG, é preciso formular o Estatuto Social da entidade. O documento deve conter:

  • Nome e sigla da entidade
  • Sede e foro;
  • Finalidades e objetivos;
  • Formas de captação de recursos;
  • Associados, com direitos e deveres;
  • Poderes de cada grupo;
  • Tempo de duração;
  • Outras regras mais específicas como possibilidade de alteração estatutário e o que fazer em caso de dissolução da ONG.

Esse Estatuto deve ser registrado do Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas, para obtenção de CNPJ na Receita Federal.

Seguindo esses passos, a ONG passa a ter existência legal, com autorização para funcionamento e captação de recursos.

4.      Participe de editais

Muitas empresas abrem editais para financiamento de projetos, obtendo, assim, alguns incentivos fiscais do Governo.

Há editais com temática livre e outros que selecionam projetos com atuação em áreas específicas.

Preste atenção aos editais abertos na sua cidade e veja se o seu projeto se encaixa as exigências requisitadas.

5.      Esteja atento às Leis de incentivos fiscais voltadas para doadores individuais

Os programas Nota Fiscal Paulista e Nota Paraná permitem a doação por meio da nota fiscal, bastando apenas que o consumidor deseje destinar recursos para ONGs cadastradas nesses programas.

Se você é dessas regiões, acesse o site dos programas e veja como participar.

6.      Verifique como sua ONG pode se beneficiar com as diretrizes do Marco Regulatório das OSC

Com o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (OSC), implementado no país em 2014, visa facilitar o processo de captação de recursos para o Terceiro Setor, a partir de três ferramentas jurídicas:

  • Termo de Colaboração;
  • Termo de Fomento;
  • Acordo de Cooperação.

Leia nosso artigo sobre o Marco Regulatório das OSC e veja como cada instrumento pode ajudar a sua ONG a captar recursos.

7.      Faça a prestação de contas com riqueza de informações e total transparência

Por fim, não se esqueça de prestar contas de tudo o que é feito com o dinheiro arrecadado. Mesmo que as doações sejam anônimas ou em caráter informal, é muito importante mostrar à comunidade como esses valores estão sendo utilizados.

Além de facilitar a organização geral da instituição, ter um balanço sempre preciso comprova a idoneidade do projeto e incentiva cada vez mais pessoas a se envolverem, expandindo as ações da ONG e mudando a vida de uma parcela ainda maior da sociedade.

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