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Como funciona a doação de órgãos? Saiba definitivamente!

Você sabe como funciona a doação de órgãos? Nesse artigo, vamos ensinar tudo o que você precisa saber sobre esse gesto tão bonito e importante, que pode salvar a vida de muitas pessoas.

O primeiro transplante do mundo aconteceu em 1933, na Ucrânia, em um tratamento renal. Infelizmente, o procedimento não teve sucesso, mas contribuiu para a evolução da medicina. Já o primeiro transplante bem-sucedido foi de rins e aconteceu em 1954, nos Estados Unidos, com irmãos gêmeos.

De lá para cá, o procedimento se popularizou e a doação de órgãos passou a representar uma segunda chance para as pessoas que recebem o transplante.

Doação de órgãos no Brasil – Como funciona?

Doacao de orgaos

A doação de órgãos no Brasil segue um sistema rígido de regras em todas as instituições de saúde. Os pacientes que estão à espera de um órgão são classificados por grupo sanguíneo, peso, idade e altura do doador. Quem aguarda há mais tempo e é compatível com o doador também tem prioridade.

Até mesmo crianças e idosos podem ser doadores. No Brasil, a restrição absoluta que impede alguém de fazer doação de órgãos é apenas o diagnóstico de AIDS, doenças infecciosas e câncer. Entretanto, se o paciente que for receber a doação apresentar alguns tipos de doença como hepatite, o doador também pode apresentar o mesmo quadro. Todavia, tudo deve ser criteriosamente avaliado.

O transplante só acontece quando o doador sofre morte cerebral e a família autoriza o procedimento. Por isso, é importante que o doador comunique sua vontade – ainda em vida – de contribuir com o tratamento de outra pessoa em casos como esse.

Em entrevista à Agência Nacional EBC, o vice-presidente da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), Paulo Pegô, explica que não existe chance de o doador ainda estar vivo durante a retirada do órgão e que a confirmação de morte cerebral segue um processo bastante criterioso, por um médico que não componha a equipe responsável pelo transplante. “Esse diagnóstico tem que ser confirmado por outro médico, seis horas depois é confirmado esse diagnóstico. Além disso tem que ser confirmado por exames como o eletroencefalograma ou doppler de carótidas mostrando que o cérebro não tem mais funcionamento.”

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Doação de órgãos está aumentando, mas ainda precisa melhorar

No primeiro semestre de 2017, o número de doadores no país cresceu 12%, passando da proporção de 14 por um milhão de habitante para 16 por milhão. A Espanha – que há 25 anos ocupa primeiro lugar no ranking mundial de doadores – tem proporção de 40 por um milhão.

Segundo a ABTO, em 2013 47% das famílias se recusaram a autorizar a doação, o que pode ser explicado pela falta de diálogo.

Quem é doador precisa deixar esse desejo bem claro e conversar com a família antes que a situação de emergência esteja estabelecida.

Lei de doação de órgãos

A Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997, institui a legalidade da remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para transplante e tratamento – caso seja de livre vontade e autorizada pelo doador ou sua família.

A doação só pode ser feita com esse consentimento e o procedimento é realizado em estabelecimentos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS).

Quais partes do corpo podem ser doadas?

Os transplantes mais comuns envolvem rins, pulmões, válvulas cardíacas, coração, pâncreas e fígado. Mas também é possível doar intestino delgado, pele e ossos.

Procedimentos mais recentes e modernos contemplaram a doação de partes completas, como mão e face.

Doação de órgãos depois da morte

Um momento triste e de perda pode ganhar um novo significado e dar uma nova chance a outra pessoa. Quando um paciente apresenta morte cerebral, seus órgãos podem ser doados a outras pessoas e dar início a uma nova vida.

O tempo para retirada de órgão e cirurgia no paciente que vai recebe-lo é muito pequeno, por isso, os profissionais de saúde devem orientar as famílias sore a importância e passo a passo do procedimento, assegurando que o desejo do doador seja respeitado e que uma vida possa ser salva.

A destinação dos órgãos doados será decidida pela Central de Transplante, que vai avaliar is critérios de prioridade dos pacientes na fila de espera.

O que é morte encefálica?

Quando as atividades cerebrais são interrompidas de forma irreversível, o paciente está com morte encefálica. Normalmente, a morte encefálica é causada por traumatismo craniano, tumor ou derrame.

Todo o organismo humano é comandado pelo cérebro, por isso, com a morte desse órgão, mesmo que as outras partes do corpo estejam funcionando, significa que o indivíduo já está morto.

Morte encefálica e coma são a mesma coisa?

Quando uma pessoa entre em coma, ainda há chance de mudar a situação. A morte encefálica é irreversível e é diagnóstica por dois médicos, sendo um deles neurologista, e pela realização de um desses exames: angiografia cerebral, cintilografia cerebral, transcraniano ou eletroencefalograma.

Doação de órgãos em vida

Doacao de orgaos em vida

Em alguns casos é possível fazer a doação ainda em vida, quando o órgão é duplo ou consegue se regenerar.

Para doar órgãos e tecidos em vida, o doador precisa ser compatível com o paciente que vai receber a doação, apresentar boas condições de saúde, ser casado com o paciente ou ter parentesco de até quarto grau. Se esse vínculo não existir, é necessário apresentar uma ordem judicial para realizar o procedimento.

Nesse processo, o doador deve estar ciente dos riscos – presentes em qualquer cirurgia – e a doação não pode afetar sua saúde.

Quais órgãos podem ser doados em vida?

Alguns órgãos e tecidos podem ser doados ainda em vida, sem afetar a saúde do doador. São eles:

Rim

Toda pessoa tem dois rins. Mas é possível levar uma vida completamente normal com apenas um. Por isso, a doação do órgão é autorizada e pode ser feita em vida.

Medula óssea

Pode ser obtida por aspiração óssea ou coleta sanguínea. Para doar, basta fazer um cadastro em um posto de coleta de sangue. Se a sua medula for compatível com a de um paciente, em qualquer lugar do Brasil, você será contatado para saber se poderá realizar o procedimento na época demandada.

Fígado

Pode ser feita a doação de uma parte do órgão (normalmente do lado direito), que consegue se regenerar sozinho após a cirurgia.

Pulmão

O procedimento é complexo e leva em consideração a compatibilidade sanguínea, imunológica e de tamanho. Geralmente é indicado para crianças e adultos de pequeno porte, que conseguem encontrar doadores compatíveis mais facilmente.

Pessoas de qualquer idade podem doar órgãos?

Sim. O que importa, aqui, é o estado geral de saúde e a compatibilidade com o paciente que será transplantado.

Doação de órgãos de crianças

De acordo com o Sistema Nacional de Transplantes, pacientes com até 18 anos têm prioridade para receber órgãos de doadores da mesma faixa de idade. Como os mais jovens ainda não têm os órgãos inteiramente desenvolvidos, fazer a doação de uma criança para um adulto seria arriscado.

Além disso, crianças e adolescentes têm prioridade e no caso de rins, por exemplo, podem entrar na lista de espera mesmo sem terem entrado em diálise.

Dia Nacional da Doação de Órgãos

O Dia Nacional de Doação de Órgão é celebrado em todo o país em 27 de setembro. A data tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de doar órgãos e ajudar milhares de pessoas que aguardam o procedimento para salvar a vida.

Esse dia é tão importante, que todo o mês – chamado de Setembro Verde – é marcado por eventos que marcam a importante decisão.

Todos os anos a ABTO realiza a Campanha Nacional de Doações de Órgãos, que conta com programação diversificada, contemplando ações informativas e sociais.

Porque doar órgãos?

A morte é um momento traumático para as famílias, mas é possível transformar essa situação em uma extensão de vida para outro paciente.

Um único doador pode salvar a vida de oito pessoas ou mais. Isso mesmo! Esse gesto de amor e solidariedade pode permitir que oito histórias tenham continuidade e possam redescobrir como é viver.

O transplante representa uma segunda chance com muito mais qualidade de vida. Ser um doador é acabar com o sofrimento de outra pessoa. Aqueles que passam dias em diálises, ao receberem um novo rim conseguem voltar a trabalhar e a seguir uma rotina normal, deixando para trás as quatro horas diárias em que ficavam preso a uma máquina.

A córnea fará com que outra pessoa volte a enxergar e o coração dará novo pique para aquele paciente que não consegue realizar qualquer tipo de esforço.

Atualmente, o Brasil tem uma fila com mais de 60 mil pessoas aguardando um transplante. Uma espera que pode ser longa e dolorosa. Como já dito anteriormente, metade das famílias não autoriza a doação, dificultando ainda mais o processo.

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