Doação de medula óssea
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Doação de medula: saiba tudo sobre o assunto agora mesmo!

Algumas doenças do sangue, como leucemia e o linfoma, são graves e precisam de um tratamento mais severo. A doação de medula pode ser solicitada nesses casos, sendo a única forma de curar esses pacientes.

Mas você sabe como esse procedimento médico funciona? Quem pode doar? E por que ele é necessário?

A Risü reuniu todas as informações sobre esse assunto para você entender de forma definitiva o porquê desse tipo de doação ser tão importante.

Doação de medula óssea: por que é necessária?

doacao de medula

O transplante de medula óssea é necessário quando o paciente apresenta medula doente ou deficitária. No procedimento, serão transplantadas células normais, para que uma nova medula se forme.

O transplante de medula óssea pode ser indicado para até 80 tipos de doenças diferentes, incluindo mieloma múltiplo, doenças autoimunes, anemias graves, linfomas, mileoide aguda, mieloide crônica, e linfoide aguda e outras enfermidades ligadas a fabricação de células sanguíneas e sistema imunológico deficiente.

Mesmo não sendo muito frequente, o tratamento também é indicado para doenças do metabolismo e alguns tipos de tumores.

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O que é a medula óssea?

Doação de medula_ medula ossea

A medula óssea é um tecido liquido, que fica no interior dos nossos ossos. É popularmente conhecida como tutano e é ela que são produzidos os vários componentes do sangue – hemácias, leucócitos e plaquetas.

Essas células é que transportam o oxigênio do pulmão por todo o corpo, defendem o organismo e permitem a coagulação sanguínea.

É a mesma coisa que medula espinhal?

Não. A medula espinhal é um tecido nervoso que transmite impulsos do cérebro para o resto do corpo e se localiza dentro da coluna vertebral

Como funciona a doação de medula?

O transplante de medula tem impactos diferentes para quem vai receber e para quem vai doar. Confira como funciona em cada um desses casos:

Procedimento para o paciente

Primeiro o paciente se submete a um tratamento que vai destruir a sua medula, que está doente. Isso vai abrir espaço para que ele recebe a medula sadia, mais ou menos como quem recebe uma transfusão de sangue.

A nova medula tem as chamadas células progenitoras circulam pela corrente sanguínea e vão se desenvolvendo até serem capazes de garantir a saúde do organismo.

Enquanto elas não produzem as células sanguíneas nas taxas ideais, o paciente deve ser mantido dentro do hospital, internado por um período de 2 a 3 semanas, já que fica mais suscetível a hemorragias e infecções.

Quando a medula está recuperada, o paciente está liberado da internação, mas continua o tratamento em atendimento no ambulatório e, frequentemente, as visitas ao hospital são diárias.

Procedimento para o doador

O doador deve fazer um exame que confirme se sua saúde está boa. Confirmado o bom estado, é realizada uma pequena cirurgia, que dura cerca de uma hora e meia e demanda a aplicação de anestesia. O tecido é retirado por meio de punções com agulhas, nos ossos da bacia, aspirando a medula. A retirada segue a proporção de 15 ml por quilo de peso, sendo equivalente a 10% do volume original e tecido.

Outro método possível é a coleta por aféreses. O doador vai usar um medicamento que aumenta as células-tronco no sangue, por cinco dias. Depois, a doação será feita por meio de uma máquina, que vai colher o sangue, separar as células necessárias e devolver o restante. Nesse caso não é necessário ser internado ou tomar anestesia, já que o procedimento é realizado na veia do doador.

Cabe à equipe médica a definição do procedimento mais adequado para cada caso.

O procedimento apresenta riscos para o doador de medula óssea?

Há poucos registros de problemas decorrentes do procedimento para quem faz a doação de medula óssea. As poucas e raras complicações são decorrentes da anestesia e bastante controláveis. O doador pode apresentar dor no local da punção, além de dores de cabeça e cansaço. Por isso ele recebe licença médica. Cerca de 15 dias após o procedimento a medula já estará completamente recuperada e consegue voltar a realizar atividades normais depois de apenas uma semana.

Doação de medula dói?

O procedimento é feito na ala cirúrgica de um hospital e o doador estará sob efeito de anestesia geral ou peridural. A internação dura 24 horas.

Depois da retirada da medula, o doador costuma apresentar um pequeno desconforto, problema facilmente resolvido com analgésicos.

Que já passou pelo procedimento costuma dizer que é menos dolorido do que um ralado no joelho e isso é nada comparado à enormidade desse gesto.

Quem pode ser doador de medula óssea?

Por ser um procedimento que vai devolver à boa saúde a um paciente em estado grave, a doação de medula exige que o doador apresente as seguintes condições:

  • Ser maior de idade e ter até 55 anos.
  • Apresentar bom estado geral de saúde.
  • Não ter doença infecciosa, incapacitante, doença neoplásica, hematológica ou do sistema imunológica.

A doação pode ser feita de qualquer pessoa para qualquer paciente?

Não. É preciso haver compatibilidade entre as duas pessoas. A maior possibilidade está entre em irmãos, que têm até 25% de chance de serem compatíveis. Os pais apresentam apenas metade da carga genética dos filhos, por isso é tão difícil que um deles seja o doador.

Ao fazer a chamada busca estendida – quando se analisa outros parentes, como primos e tios – a probabilidade de encontrar alguém compatível é de 7% a 10%.

Com famílias cada vez menores e pacientes com menos irmãos, o mais comum é que entre 60% e 70% dos pacientes não encontrem doadores entre seus próprios parentes.

Brasil é terceiro país com maior número de doadores

Doação de medula_ leucemia

O Brasil possui 4 milhões de pessoas cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), o que nos coloca como o terceiro país com maior número de doadores do tecido e eleva as chances de que um paciente encontre alguém compatível para 64%.

Entretanto, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), um a cada 5 doadores não é localizado, por isso, ainda é necessário aumentar o cadastro e manter as informações sempre atualizadas.

 

Como posso me tornar um doador de medula óssea?

O voluntário que quiser ser um doador de sangue vai preencher um cadastro em um Hemocentro da sua cidade e colher uma amostra sanguínea para o teste de compatibilidade.

O resultado desse teste será armazenado em um sistema de informática que vai cruzar os dados de pacientes e doadores. Se houver algum paciente compatível, o doador será contatado e precisará fazer novos exames para diagnosticar o estado geral de saúde.

A doação pode ser feita para qualquer pessoa do país e os custos de hospedagem e transporte – se houverem, são custeados pelo Ministério da Saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

É muito importante que o cadastro seja atualizado. Se o doador mudar de endereço ou tiver um novo número de telefone, ele deve alterar esses dados do site do Redome e garantir que será contatado em caso de compatibilidade, podendo, assim, salvar uma vida!

As informações também podem ser atualizadas no telefone (21) 3970-4100 ou no e-mail redoma@inca.gov.br.

É possível fazer doação de medula mais de uma vez?

Sim. Como a medula é regenerativa e se recompõe em cerca de 15 dias e possível fazer mais de uma doação ao longo da vida.

O doador só precisa seguir os pré-requisitos solicitados pelo Redome, estar em bom estado de saúde e ser compatível com o paciente.

Entretanto, devido à dificuldade de se encontrar pessoas compatíveis, é extremamente raro que isso aconteça.

O doador pode conhecer o paciente que vai receber a medula?

A princípio não. Tanto a identidade do doador quanto a do paciente são mantidas em sigilo por 18 meses. Depois desse período, se ambas as partes concordarem, é possível que doador e receptor se conheçam.

Doação de medula: um gesto de amor!

As chances de se encontrar um doador compatível com o paciente doente são de uma em cem mil.

Embora seja um procedimento cirúrgico com a necessidade de anestesia e internação, a doação traz pouco ou nenhum desconforto e os resultados são excelentes para todos os envolvidos.

O transplantado recebe a chance de começar uma nova vida, com saúde e disposição. Realmente uma segunda e milagrosa chance.

Para o doador, essa é a oportunidade de salvar a vida de uma pessoa, que muitas vezes ele nem conhece, e exercitar o amor e solidariedade. E isso não tem preço!

Escolha consciente

A pessoa que fizer um cadastro não é obrigada a fazer a doação, caso encontre um paciente compatível, e pode desistir do procedimento a qualquer momento.

Porém, recomenda-se que o cadastro do Redome seja uma escolha muito bem pensada. Para muitos pacientes, a doação de medula é a última e única esperança de vida e a chance de deixar para trás tratamentos agressivos como quimioterapia e radioterapia.

Antes de se cadastrar, tenha certeza da sua atitude: ela é um procedimento simples e pouquíssima possibilidade de risco que pode transformar uma pequena punção em um milagre.

Outras formas de doar e fazer o bem

Além da doação de medula, existem várias outras formas de ajudar a quem precisa. Com a doação de órgãos (falamos tudo sobre o assunto aqui), por exemplo, você pode manifestar aos seus familiares a vontade de doar e, assim, ajudar outras pessoas. Saiba tudo sobre a doação de órgãos aqui.

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