Embora apenas 1,3% da população brasileira se considere racista, a desigualdade racial e o preconceito ainda são uma triste realidade no país.
Os negros constituem a maior parte da população do Brasil. Entretanto, a representatividade em cadeiras de universidades, governos municipal, estadual e federal e empregos gerenciais não seguem a mesma proporção.
Um estudo divulgado em 2017, mostra, ainda, que o país mantém níveis históricos de desigualdades e que as mulheres negras estão na base da pirâmide do mercado de trabalho, enquanto os homens brancos ocupam o topo.
Nesse post, a Risü vai mostrar como anda a desigualdade racial no Brasil e quais as suas dimensões no dia a dia dos brasileiros.







