Você sabe o que é terceiro setor? A partir de agora, vamos explicar tudo sobre o Terceiro Setor, com características e definições, história, nascimento, e também sobre ONGs e Oscpis.
Inspiração
ONG | Você sabe o que são Ongs?
Essa história teve um importante capítulo em 1992, no evento chamado Rio 92
Em junho de 1992, governantes de 108 países e 9 mil ONGs se reuniram no Rio de Janeiro para se discutir o futuro ecológico do mundo. A denominada Rio-92, foi uma dos eventos mais importantes, se não o mais importante, da história do país. Nesse dia, as Ongs conseguiram um destaque relevante e um espaço considerável para que pudesse discutir e encontrar soluções, expor opiniões e posições.
Mas, passados mais de 25 anos da reunião dessas ONGS na Rio-92, perguntamos: Você sabe o que é uma ONG e qual é seu papel? Você sabe os resultados que as ONGs vem alcançando no Brasil durante esses mais de 25 anos? Você sabe o motivo do nascimento de uma ONG?
O Mano Down, ONG parceira da Risü, é um instituto que promove a inclusão social de pessoas com Down. No post de hoje, contamos como isso acontece na prática.
O que é Empreendedorismo Social?
Podemos entender o empreendedorismo social como um movimento que traduz a vontade das pessoas em aliar suas vocações e habilidades para criar algo que gere impacto positivo para a sociedade. Quando falamos de empreendedorismo social, falamos do agente da mudança, o empreendedor social.
O empreendedor social possui uma visão coletiva e desenvolve ações a partir de ideias inovadoras que irão resolver problemas sociais relevantes na sociedade. Não necessariamente, o empreendedor social precisa ser dono de um negócio social ou de ONGs. Ele é um agente livre e age no formato em que seu propósito está aliado com sua felicidade e entendimento.
O Tênis em cadeira de rodas é uma adaptação do tradicional Tênis, com pequenas adaptações necessárias, para que seja possível a sua prática por esportistas deficientes.
Inicialmente, importante saber que o Tênis tradicional é um esporte criado na Europa, e que tem como objetivo rebater a bola para o lado do oponente.
Ocorre que, as regras tradicionais dizem que a bola pode quicar apenas uma vez na quadra do esportista, antes do seu rebatimento para a quadra do adversário.
Por sua vez, o tênis em cadeira de rodas tem sua origem nos Estados Unidos, é um esporte paraolímpico e possui adaptações às regras tradicionais, por ser praticado por deficientes físicos incapazes de utilizar os membros inferiores para se locomover, ou seja, cadeirantes.
As regras básicas são as mesmas, contudo, a diferença entre as modalidades vem exatamente desta regra do jogo: a quantidade de quiques que a bola pode dar na quadra antes dos jogadores a rebaterem.
No tênis em cadeira de rodas, a regra diz que a bola pode quicar duas vezes antes do rebatimento. Ou seja, antes da bola ser rebatida para o lado do adversário, ela pode quicar até duas vezes na sua própria quadra, podendo o segundo quique ser, até mesmo, fora das linhas da quadra. Essa regra é válida também para os saques e, o curioso, é que o saque pode ser realizado por outra pessoa, caso a deficiência impeça o esportista a realizá-lo.
Cadeira de Rodas – Parte do corpo do Atleta
Outra regra curiosa é que a Cadeira de Rodas é considerada parte do corpo do atleta para efeito de quaisquer regras. Assim o jogador perde o ponto se:
- A bola em jogo tocar seu corpo, sua cadeira de rodas ou qualquer outro objeto que ele carregue ou necessite usar, com exceção da raquete.
- Se utilizar os pés ou qualquer outra extremidade do corpo para estabilizar seus movimentos. Essa regra vale tanto no momento do saque, quanto no momento do rebatimento da bola ou ao frear a cadeira.
- Permitir, ao rebater a bola, que sua nádega deixe de ter contato com o assento da cadeira.
O tênis em cadeira de rodas vem ganhando muitos adeptos desde que foi criado e, principalmente, desde que se tornou um esporte paralímpico. Muitos amadores passaram, inclusive, a criar torneios particulares de tênis em cadeira de rodas, utilizando as tradicionais academias de suas cidades para praticar o esporte.
Com o passar dos anos a demanda por esses torneios vem aumentando cada vez mais e as academias, por sua vez, também passaram a criar cada vez mais torneios particulares de tênis.
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- Como comprar e doar parte do valor de suas compras online sem pagar a mais por isso
- Fazer o Bem proporciona mais felicidade, diz estudo.
Leegues – Startup de gestão de torneios de Tênis em Cadeira de rodas.
Você conhece alguém que pratica Tênis em cadeiras de Rodas e gostaria de criar ou disputar torneios? Então, tenho uma dica quente!
O Leegues é uma plataforma de gestão de torneios e ligas, onde você, que é atleta, pode buscar torneios de tênis para disputar com poucos clicks! E não é só tênis. A plataforma engloba vários outros esportes, como Squash, Badminton, Padel, Beach Tênis e Tênis de Mesa.
Leegues – Encontre torneios de tênis em cadeira de rodas
As academias cadastradas também podem criar e automatizar torneios de forma bem simples, podendo gerir suas contas facilmente e divulgar o torneio para a base do Leegues.
E isso é incrível, tendo em vista que a base e a variedade de torneios da plataforma vem crescendo rapidamente, facilitando demais o trabalho dos atletas amadores (e porque não profissionais?) de encontrar torneios que lhes apetecem jogar.
A plataforma auxilia as academias a divulgarem os torneios, através e-mail marketing também, lembrando e avisando seus usuários sobre torneios que talvez lhes agrade.
Isso fez com que cada vez mais jogadores se cadastrem no Leegues, facilitando, também, que as academias encontrem jogadores específicos, para torneios específicos, como o de tênis para cadeirantes, auxiliando, assim, o encontro desses jogadores em um torneio e difundindo a prática de esportes paralímpicos.
Empresas inovadoras, que auxiliam a sua vida, assim como a Risü.
Então, é isso! No Leegues você consegue, com poucos clicks, fazer tudo o que você não conseguia fazer ou achava chato, como fazer a inscrição no torneio, ver a sua chave, encontrar torneios específicos, ver o resultados de outros jogos, ver os horários dos seus jogos e marcar horários em que você não está disponível para jogar, e, o que é mais legal, ver rankings, lutando e treinando para subir cada vez mais de posição.
Sugestões de texto, porque você leu “Você conhece o Tênis em cadeira de rodas?” :
Você conhece os Negócios Sociais?
Negócios Sociais são empresas que buscam, primeiramente, gerar impacto social nos ecossistemas em que atuam. Contudo, também, buscam ser economicamente viáveis e sustentáveis, visando, também, o lucro.
Contudo, sabemos que pairam sobre esses negócios alguns mitos que devem ser desmistificados, a fim de que esses negócios, tão benéficos para a sociedade, se prolifere e cause, cada vez mais Impacto Social. Vamos lá?
MITO 1 – Problemas Sociais devem ser resolvidos pelo Governo, não pela Iniciativa Privada, ou por Negócios Sociais.
Sem precisar de maiores delongas, todos nós conhecemos os diversos problemas sociais que o Brasil e o mundo enfrentam hoje. E, principalmente, conhecemos a ineficiência do Governo na resolução destas mazelas. É claro que isso não é uma situação exclusiva do Brasil, até porque problemas sociais estão presentes em todos os países do mundo.
Isso porque o Governo, independentemente de sua nacionalidade, é ineficiente em vários aspectos e, com isso, não possui capacidade suficiente para abarcar e solucionar os problemas que surgem em uma sociedade.
E, diante de todo esse panorama, resta claro, é papel da própria sociedade civil desenvolver soluções criativas e eficientes para a resolução destes problemas.
E qual é a notícia boa? Essa ineficiência do Estado/Governo gera milhares de oportunidades para Empreendedores Sociais. Ou seja, você pode muito bem acomodar-se em sua zona de conforto, e reclamar do Governo.
Mas você também pode optar por sair da zona confortável, se mexer, criar soluções para o problema e transformá-las em oportunidades de negócio.
Bingo! Esse é o nascedouro dos Negócios Sociais.
Empreendedores Sociais enxergam o Estado como a bateria que faz os ponteiros do relógio girarem. Contudo, a composição de um relógio, você sabe, vai muito além da bateria e de seus ponteiros. E são nesses pontos, que não são claros de se enxergar, que estão presentes as melhores oportunidades de se fazer a diferença para o mundo de modo lucrativo.
Eu sei que você está se questionando e, até mesmo, discordando de mim em alguns aspectos. Então eu arremato: Claro, existem problemas sociais que, sim, devem ser resolvidos pelo Governo. Mas isso não pode ser entendido como regra intransponível, até porque, onde o Estado não chega, nós podemos chegar e, lá, existe um mar de oportunidades!
MITO 2 – Empresas com programas de responsabilidade social são consideradas Negócios Sociais
Negócios Sociais, ou Empreendimentos Sociais são aqueles que têm, como razão de existir, o objetivo de resolver um grave problema social. Portanto, o motivo do nascimento de um Negócio Social é a solução de um problema Social/Ambiental.
Como grande exemplo de Negócio Social temos a Risü. Empresa Mineira onde parte do valor das compras dos usuários se transforma em doação para uma Organização Beneficente à escolha dele e ainda oferece descontos em diversas lojas como (Cupom de Desconto Americanas, Cupom de Desconto Netshoes, Cupom de Desconto Dinda, Cupom de Desconto Maxmilhas, Cupom de Desconto Elo7, Cupom de Desconto Submarino, Cupom de Desconto Drogaria Onofre).

www.risu.com.br – Negócio Social
A razão de existir da Risü é: Expandir o Alcance do Bem e modificar a cultura de doação no Brasil.
Ou seja, a Risü busca facilitar o processo de doação para consumidores online, auxiliando, assim, as ONGs (Associação Quatro Patinhas, Hospital da Baleia, Fundação Gol de Letra, Instituto Eu Quero Viver), que recebem mais doações e passam a ter mais pessoas engajadas com suas causas. A Risü possui fins lucrativos e retém parte do valor da doação para se manter.
Por outro lado, temos como exemplo a Natura, que realiza diversos programas sociais interessantes. A Natura não nasceu para gerar impacto social ou resolver um problema social.
O Objetivo da Natura como empresa, ou seja, a sua razão de existir, é vender perfumes, cosméticos, etc.
Portanto é uma empresa que possui responsabilidade social, mas não é qualificada como Empreendimento Social ou Negócio Social.
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Mito 3 – Negócios Sociais são ONGS – MITO
Negócios sociais são considerados pela grande massa como setor 2,5. Ou seja, não se trata de empresas comuns que visam apenas o Lucro (Segundo Setor) e nem ONGs – Organizações não Governamentais Sem Fins Lucrativos, (Terceiro Setor).
Negócios Sociais são híbridos, são negócios Mutantes. Isso porque são uma mistura do Terceiro Setor com o Segundo Setor. Então, igualmente ao segundo setor, são negócios com fins lucrativos (no teor da palavra) e, igualmente, às ONGS, tem como objeto resolver um problema social.
Mito 4 – Negócios Sociais não possuem fins lucrativos – MITO
Como eu disse acima, Negócios sociais são considerados do Setor 2,5. Ou seja, Empreendimentos Sociais nascem para gerar impacto social de forma perene, mas também lucrativa.
Trata-se de uma empresa, como qualquer outra, que visa o lucro, mas que possui como objetivo principal resolver um grande problema social enfrentado por alguma região.
Em suma, é indispensável que um negócio social ofereça soluções competitivas e lucrativas, que sejam capazes de gerar receita para pagamento de suas contas e lucro suficiente para reinvestimento e crescimento da empresa.
Desta forma, à medida em que gera-se mais lucro, gera-se mais Impacto Social, que por sua vez gerará mais lucro, que também dará origem a mais impacto social, e assim se segue.
Empreendimentos sociais são, em regra, autores de um círculo virtuoso em que todos ganham: a sociedade, o mundo e, também, o empreendedor social.
Mito 5 – Empreendedores Sociais são voluntários e não são remunerados por isso
O Empreendedor social, como qualquer outro empreendedor, precisa ser remunerado para que consiga se sustentar e, também, suas famílias. Normalmente empreendedores sociais realizam, sim, trabalhos voluntários, mas isso se trata de uma característica de pessoas que gostam de fazer bem ao próximo, e não uma forma de fazer negócios.
O Empreendedor social pode buscar faturamento e lucro, mantendo a sustentabilidade econômica de sua empresa e, consequentemente, tornando perene e constante o Impacto que gera.
A conclusão é simples: A pessoa que se limita ao voluntariado deverá, necessariamente, ter uma ocupação remunerada, para que consiga dinheiro para o sustento de sua família. Ou seja, o trabalho voluntário será realizado em horas vagas, e resolverá problemas pontuais, normalmente de carinho e afeto.
Já o Empreendedor Social é remunerado para gerar Impacto Social. Ou seja, trata-se de uma ocupação de vida, uma profissão como qualquer outra, onde sua atribuição é fazer o bem.
Sugestões de texto, porque você leu “Os Negócios Sociais e seus Mitos – Risü” :






