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Lucas Borges

Inovação, Inspiração

Empreendedorismo Social | Guia do Empreendedor Social

O que é Empreendedorismo Social?

Podemos entender o empreendedorismo social como um movimento que traduz a vontade das pessoas em aliar suas vocações e habilidades para criar algo que gere impacto positivo para a sociedade. Quando falamos de empreendedorismo social, falamos do agente da mudança, o empreendedor social.

O empreendedor social possui uma visão coletiva e desenvolve ações a partir de ideias inovadoras que irão resolver problemas sociais relevantes na sociedade. Não necessariamente, o empreendedor social precisa ser dono de um negócio social ou de ONGs. Ele é um agente livre e age no formato em que seu propósito está aliado com sua felicidade e entendimento. Continuar Lendo

Fazer o Bem

5 dicas de Ongs de Animais abandonados para ajudar cães

Muitas pessoas já se depararam com a situação de encontrar cães abandonados na rua e não saber como se portar diante da situação. Muitas vezes ficamos tristes por não conseguir ajudá-los e, tantas outras, sem saber o que fazer. Então, com a ajuda de baseado no trabalho de Ongs de Animais abandonados, temos 5 dicas para você ajudar cães abandonados na rua.

1. Dê comida, carinho e cuidados simples – dicas de Ongs de Animais abandonados.

Ongs de Animais Abandonados

Ongs de Animais Abandonados

Primeiramente, você pode conseguir um lar provisório para o cachorrinho. Um quintal, uma área de serviço ou, até mesmo, um hotel para animais. Fique calma(o) o lar provisório não precisa ser perfeito ou com muito espaço. Ele servirá, primeiramente, para que você possa dar os primeiros cuidados ao cachorrinho, como comida, água e carinho.

Basta ter um espacinho na sua área de serviço ou um cantinho no quintal, onde o animal consiga e proteger do frio ou do calor.

Caso seja necessário consiga um pedaço de pano, um moletom ou cobertor velho, para que possa improvisar uma caminha para que ele possa deitar.

Alimente-o com ração (preferencialmente). Caso não tenha ração em casa, você pode alimentá-lo com comidas caseiras. Lembre-se não se deve alimentar cães com ossos de frango, nem comidas muito temperas ou muito gordurosas.

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2. Descubra se ele tem dono e está somente perdido.

Ongs de Animais Abandonados

Uma dica muito importante passada por Ongs de animais abandonados, é atentar-se para a possibilidade de o animal apenas ter se perdido ou fugido de sua casa e de sua família.

Nem todo cachorro que está na rua foi abandonado.

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Descubra se possui alguém procurando por ele. Se faça perguntas: Ele está usando coleira? Está bem alimentado? Está saudável? Quando você o chamou ele abanou o rabo e atendeu seu chamado?

Animais com essas características, normalmente, estão apenas perdidos. Compartilhe em redes sociais, peça auxílio aos seus amigos, familiares e converse com seus vizinhos.

3. Tenha cuidado ao se aproximar do animal abandonado.

Ongs de Animais AbandonadosChegue perto do animal com calma. Ele pode ter sofrido abusos e, provavelmente, terá medo de você. Sua presença pode o amedronta-lo e fazê-lo fugir, ou, até mesmo, morder.

Portanto, cuidado, ele pode, inclusive, acabar sendo atropelado por fugir de sua presença. Se aproxime com cuidado e deixe o animal compreender que você quer ajudá-lo e lhe dar carinho. Uma forma simples é oferecer comida ou estique sua mão com calma, para que ele possa cheirar a parte externa de sua mão.

Se o animal estiver em uma estrada, peça auxílio à Polícia Rodoviária, que costuma ter equipamentos para resgatar animais. Antes de pegar um cão ou gato desconhecido no colo providencie uma coleira ou focinheira, principalmente se o cão estiver ferido. Ou use um cobertor para envolver e carregá-lo em segurança, evitando mordidas.

4. Não resgate para encaminhar para Ongs de Animais Abandonados

A melhor opção é levar o animal para a sua casa. A maioria das Ongs de animais abandonados, infelizmente, estão lotadas e sem recursos para abrigarem mais cães!

Portanto, provavelmente não poderão te ajudar. Ou seja, você deverá ser o herói do animalzinho. E missão dada é missão cumprida! Se você não puder ficar com o animal, abrigue-o temporariamente, converse com a sua família, amigos e corra atrás de pessoas que queiram adotar.

Lembre-se, o lar provisório não tem que ser, necessariamente, perfeito. Improvise!

5. Não doe sem castrar:

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Quer salvar um animalzinho de verdade? Castre ele. Veja bem, resgatar um cão ou um gato de rua é uma atitude muito legal e resolve um grande problema. Contudo, a castração previne que outros animais fiquem na rua, abandonados.

Você sabia que uma só cadela pode dar origem, em longo prazo, à mais de 60 mil animais? É uma progressão geométrica! Portanto, o procedimento de castração evita filhotes, que talvez também não encontrem um lar.

Assim, também não doe o animal antes de castrá-lo e, ainda, não doe para qualquer pessoa.

Muitas pessoas adotam pelo momento, impulsivamente, porque acha o animal bonito e fofinho.  Mas não se da conta de que terá responsabilidades durante mais de 10 anos, podendo chegar até 20 anos.

Procure conhecer a pessoa, pegue os seus dados e acompanhe, ao menos inicialmente, o relacionamento dela com o animal. Se possível, escreva em um papel um termo de responsabilidade (se comprometendo a não abandonar e a cuidar daquele animal).

Onde adotar um cachorro em sua cidade?

Sugestões de texto, porque você leu “5 dicas de Ongs de Animais abandonados para ajudar cães” :

Você conhece a Risü?

O que é a Risü?A Risü é shopping online do Bem, onde parte do valor de suas compras se transforma em doação para uma Causa Social à sua escolha (podendo ser ela a Causa Animal!) sem que você pague nada a mais por isso. Oferecemos, ainda, diversos Cupom de Desconto de centenas de lojas! Como cupom de desconto Americanas, Cupom de Desconto SubmarinoCupom de desconto NetshoesCupom de Desconto Centauro, entre outros.

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Inovação, Inspiração

Os Negócios Sociais e seus Mitos – Risü

Você conhece os Negócios Sociais?

Negócios Sociais são empresas que buscam, primeiramente, gerar impacto social nos ecossistemas em que atuam. Contudo, também, buscam ser economicamente viáveis e sustentáveis, visando, também, o lucro.

Contudo, sabemos que pairam sobre esses negócios alguns mitos que devem ser desmistificados, a fim de que esses negócios, tão benéficos para a sociedade, se prolifere e cause, cada vez mais Impacto Social. Vamos lá?

MITO 1 – Problemas Sociais devem ser resolvidos pelo Governo, não pela Iniciativa Privada, ou por Negócios Sociais.

Sem precisar de maiores delongas, todos nós conhecemos os diversos problemas sociais que o Brasil e o mundo enfrentam hoje. E, principalmente, conhecemos a ineficiência do Governo na resolução destas mazelas. É claro que isso não é uma situação exclusiva do Brasil, até porque problemas sociais estão presentes em todos os países do mundo.

Isso porque o Governo, independentemente de sua nacionalidade, é ineficiente em vários aspectos e, com isso, não possui capacidade suficiente para abarcar e solucionar os problemas que surgem em uma sociedade.

E, diante de todo esse panorama, resta claro, é papel da própria sociedade civil desenvolver soluções criativas e eficientes para a resolução destes problemas.

E qual é a notícia boa? Essa ineficiência do Estado/Governo gera milhares de oportunidades para Empreendedores Sociais. Ou seja, você pode muito bem acomodar-se em sua zona de conforto, e reclamar do Governo.

Mas você também pode optar por sair da zona confortável, se mexer, criar soluções para o problema e transformá-las em oportunidades de negócio.

Bingo! Esse é o nascedouro dos Negócios Sociais.

Empreendedores Sociais enxergam o Estado como a bateria que faz os ponteiros do relógio girarem. Contudo, a composição de um relógio, você sabe, vai muito além da bateria e de seus ponteiros. E são nesses pontos, que não são claros de se enxergar, que estão presentes as melhores oportunidades de se fazer a diferença para o mundo de modo lucrativo.

Eu sei que você está se questionando e, até mesmo, discordando de mim em alguns aspectos. Então eu arremato: Claro, existem problemas sociais que, sim, devem ser resolvidos pelo Governo. Mas isso não pode ser entendido como regra intransponível, até porque, onde o Estado não chega, nós podemos chegar e, lá, existe um mar de oportunidades!

MITO 2 – Empresas com programas de responsabilidade social são consideradas Negócios Sociais

Negócios Sociais, ou Empreendimentos Sociais são aqueles que têm, como razão de existir, o objetivo de resolver um grave problema social. Portanto, o motivo do nascimento de um Negócio Social é a solução de um problema Social/Ambiental.

Como grande exemplo de Negócio Social temos a Risü. Empresa Mineira onde parte do valor das compras dos usuários se transforma em doação para uma Organização Beneficente à escolha dele e ainda oferece descontos em diversas lojas como (Cupom de Desconto Americanas, Cupom de Desconto Netshoes, Cupom de Desconto Dinda, Cupom de Desconto Maxmilhas, Cupom de Desconto Elo7, Cupom de Desconto Submarino, Cupom de Desconto Drogaria Onofre).

Risü - Negócios Sociais

www.risu.com.br – Negócio Social

A razão de existir da Risü é: Expandir o Alcance do Bem e modificar a cultura de doação no Brasil.

Ou seja, a Risü busca facilitar o processo de doação para consumidores online, auxiliando, assim, as ONGs (Associação Quatro Patinhas, Hospital da Baleia, Fundação Gol de Letra, Instituto Eu Quero Viver), que recebem mais doações e passam a ter mais pessoas engajadas com suas causas. A Risü possui fins lucrativos e retém parte do valor da doação para se manter.

Por outro lado, temos como exemplo a Natura, que realiza diversos programas sociais interessantes. A Natura não nasceu para gerar impacto social ou resolver um problema social.

O Objetivo da Natura como empresa, ou seja, a sua razão de existir, é vender perfumes, cosméticos, etc.

Portanto é uma empresa que possui responsabilidade social, mas não é qualificada como Empreendimento Social ou Negócio Social.

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Mito 3 – Negócios Sociais são ONGS – MITO

Negócios sociais são considerados pela grande massa como setor 2,5. Ou seja, não se trata de empresas comuns que visam apenas o Lucro (Segundo Setor) e nem ONGs – Organizações não Governamentais Sem Fins Lucrativos, (Terceiro Setor).

Negócios Sociais são híbridos, são negócios Mutantes. Isso porque são uma mistura do Terceiro Setor com o Segundo Setor. Então, igualmente ao segundo setor, são negócios com fins lucrativos (no teor da palavra) e, igualmente, às ONGS, tem como objeto resolver um problema social.

Mito 4 – Negócios Sociais não possuem fins lucrativos – MITO

Como eu disse acima, Negócios sociais são considerados do Setor 2,5. Ou seja, Empreendimentos Sociais nascem para gerar impacto social de forma perene, mas também lucrativa.

Trata-se de uma empresa, como qualquer outra, que visa o lucro, mas que possui como objetivo principal resolver um grande problema social enfrentado por alguma região.

Em suma, é indispensável que um negócio social ofereça soluções competitivas e lucrativas, que sejam capazes de gerar receita para pagamento de suas contas e lucro suficiente para reinvestimento e crescimento da empresa.

Desta forma, à medida em que gera-se mais lucro, gera-se mais Impacto Social, que por sua vez gerará mais lucro, que também dará origem a mais impacto social, e assim se segue.

Empreendimentos sociais são, em regra, autores de um círculo virtuoso em que todos ganham: a sociedade, o mundo e, também, o empreendedor social.

Mito 5 – Empreendedores Sociais são voluntários e não são remunerados por isso

O Empreendedor social, como qualquer outro empreendedor, precisa ser remunerado para que consiga se sustentar e, também, suas famílias. Normalmente empreendedores sociais realizam, sim, trabalhos voluntários, mas isso se trata de uma característica de pessoas que gostam de fazer bem ao próximo, e não uma forma de fazer negócios.

O Empreendedor social pode buscar faturamento e lucro, mantendo a sustentabilidade econômica de sua empresa e, consequentemente, tornando perene e constante o Impacto que gera.

A conclusão é simples: A pessoa que se limita ao voluntariado deverá, necessariamente, ter uma ocupação remunerada, para que consiga dinheiro para o sustento de sua família. Ou seja, o trabalho voluntário será realizado em horas vagas, e resolverá problemas pontuais, normalmente de carinho e afeto.

Já o Empreendedor Social é remunerado para gerar Impacto Social. Ou seja, trata-se de uma ocupação de vida, uma profissão como qualquer outra, onde sua atribuição é fazer o bem.

Sugestões de texto, porque você leu “Os Negócios Sociais e seus Mitos – Risü” :

Inspiração

Instituto Um Pé de Biblioteca e a educação no Brasil

O Instituto Um Pé de Biblioteca

Instituto Um Pé de Biblioteca é uma ONG, apoiada pela Risü. O Instituto busca criar novas formas de fomentar a leitura no Brasil. Seu foco principal é em comunidades carentes, onde a leitura é pouco difundida e também restrita.

Sediada em Belo Horizonte, mas com atuação em todo o Brasil, o projeto Um Pé de Biblioteca trabalha criando bibliotecas comunitárias. O Objetivo é auxiliar comunidades carentes de todo território nacional à proporcionar acesso à leitura aos menos beneficiados.

A ideologia da ONG é realmente transformar o acesso à educação no Brasil, e este objetivo está em plena ascensão.

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Instituto Um Pé de Biblioteca

Buscando incessantemente parcerias com empresas, para viabilizar a construção e montagem das bibliotecas comunitárias, a UPDB já criou 21 bibliotecas em todo o país. Segundo André Lara Resende, fundador da ONG, os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul já ganharam bibliotecas comunitárias.

Os Critérios do Instituto Um Pé de Biblioteca para criação das Bibliotecas

O critério de escolha do lugar para a montagem da biblioteca é bem simples, prático e muito sério. Primeiramente, a ONG inicia e fortalece o relacionamento com líderes comunitários.

Juntos, em um processo de co-criação, planejam o acervo de livros, a estrutura do local, as regras de utilização e o fomento do uso do espaço pela comunidade. O importante é que levam em consideração as necessidades e anseios dos moradores beneficiados.

Já a seleção, embora seja muito concorrida, é bem simples. Seus critérios são:

  1. Só poderão ser criadas bibliotecas em locais com grande circulação de pessoas.
  2. A Região deve ser carente
  3. Seus líderes devem ter anseio e vontade de fomentar a leitura no local.
  4. Ainda não possua nenhum polo de leitura por perto.

A principal crença deste projeto é (im)plantar bibliotecas comunitárias no país. Com isso, incentivam a leitura e fortalecem a educação, que é fundamental para o fortalecimento do país.

Como Ajudar o Instituto Um Pé de Biblioteca

Criada em 2002, a ONG, com o intuito de aumentar seu alcance no Brasil, virou parceira da Risü.

Na Risü, parte do valor de suas compras se transforma em doação para o Instituto Um Pé de Biblioteca. Você doa sem pagar nada a mais por isso. Com mais de 200 lojas parceiras, a Risü vem ajudando fortemente o Instituto Um Pé de Biblioteca a criar bibliotecas ao redor do Brasil.

Participe você também. Você pode contribuir com o Um pé de biblioteca sem pagar nada a mais por isso. É só adicionar o MemoRisü da UPDB (MemoRisü Instituto Um Pé de Biblioteca) ao seu Google Chrome. Então, quando for fazer compras online, ele vai aparecer. Assim, é só ativar a doação e fazer suas compras normalmente! Parte do valor de suas compras se transformará em doação para o Instituto um Pé de Biblioteca, e você não pagará nada a mais por isso.

É 100% gratuito e você ainda ajuda na criação de novas Bibliotecas! Vem com a gente!